Prefira sua saúde mental: sobre faculdade e estresse!

Desanimo, ansiedade, estresse, mau humor, cansaço, desmotivação e angústia. Se essas palavras resumem sua vida acadêmica saiba que isso não é normal! A vida acadêmica seja ela a graduação ou a pós-graduação causam estresse, e isso é um fato. É claro que qualquer tipo de atividade em que somos cobrados possuem níveis de estresse e tudo bem, a vida é assim. Acontece que nós, estudantes, vivemos sobre constante estresse. Somos cobrados pelos professores nas salas de aula, somos cobrados pelos orientadores nos laboratórios e somos cobrados por nós mesmos.

Tradução: Quem se importa se sou bonita, se eu não passar nas provas finais. / Imagem: reprodução

Os altos níveis de estresse causados pela excessiva cobrança nos levam a uma ansiedade absurda. O medo de falhar se agiganta em nós: cometemos um pequeno erro. Uma nota mais baixa que o esperado, já é o suficiente para o desanimo tomar conta e a desmotivação surgir. Isso gera um ciclo perigoso e vicioso. De repente, nem nos lembramos mais porque estudamos aquilo que estudamos, tudo se torna chato e sem sentido. Quando isso acontecer dê um passo para trás e se pergunte: Como anda sua saúde mental?

Febre, dor de cabeça, dor no corpo e enjoo, por exemplo, podem ser sintomas que indicam que sua saúde está fragilizada, isso é socialmente aceito como “estar doente”, mas quando dizemos que estamos desanimados, estressados e ansiosos, poucos são aqueles que reconhecem esses sintomas como indicadores de algum tipo de enfermidade. A Organização Mundial da Saúde define saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afeções e enfermidades”.[1]

Não estou dizendo que todos os universitários sofrem com isso, também não estou dizendo que todos os universitários cansados, estressados e desanimados possuem problemas de saúde. O que estou tentando passar é que quando as coisas ficarem pesadas dê um passo para trás. Vá lê um livro, assistir um filme, sair com os amigos, fique atoa, durma as horas necessárias de sono e tente se lembrar do porque você escolheu aquele curso. E procure um psicologo para conversar! No final das contas, as disciplinas vão passar, os professores também e você vai ter se desesperado por pouca coisa. Faça da universidade um momento bom e não uma sala de tortura.

Por fim, termino esse pequeno texto/desabafo dizendo que somos todos humanos, vamos falhar, ficar estressados, querer jogar tudo para o alto e chutar a porta, mas saiba reconhecer quando esses sentimentos passam da normalidade e procure ajuda! Prefira a sua saúde mental, porque sem ela não importa o número de títulos que você tenha.

Precisa de uma mãozinha?

 


[1] Organização Mundia da Saúde. Princípios e Missão.

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